sexta-feira, 19 de novembro de 2010

OS AGROTÓXICOS E NOSSA SAÚDE

O Uso Abusivo de Agrotóxicos na Produção de Alimentos no Brasil

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

QUEM SOMOS NA REALIDADE?

Muda-se de opinião como se muda de roupa. Deixa-se de amar com a mesma velocidade com que se apaga uma lâmpada...


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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

EXTRESS, O MAL DO SÉCULO

Stress não é uma doença, é uma reação do organismo a uma ou mais sobrecargas.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O TEMPO ESTÁ PASSANDO MAIS RÁPIDO?


Parece que foi ontem que entramos em 2010 e olhamos para o calendário, vemos o mês de setembro começando.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O MAL QUE ENTRA EM NOSSA BOCA


Quem tem contato com crianças, nota cada vez mais o aumento do Transtorno do Déficit de Atenção com hiperatividade.

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sábado, 31 de julho de 2010

O MISTÉRIO DOS CIRCULOS INGLESES


"Para cada coisa que acredito saber, dou-me conta de nove que ignoro." (Provérbio Árabe) Um dos maiores mistérios da atualidade é o aparecimento em campos, principalmente da Inglaterra, de figuras perfeitamente simétricas. Essas figuras aparecem inexplicavelmente da noite para o dia e pela complexidade, é impossível que sejam feitas por mãos humanas. O mundo começou a tomar conhecimento dos "círculos ingleses" a partir da década de 80, apesar destes círculos estarem aparecendo há séculos. Os famosos "círculos ingleses", os quais são chamados de círculos por força do hábito, têm sido documentados desde o século 16. Por que levamos tanto tempo para validá-los? Considerados verdadeiras obras de arte por estudiosos e especialistas, estima-se que cerca de 10 mil dessas enigmáticas figuras já foram descobertas em todo o mundo, sobretudo no sudoeste da Inglaterra (próximo à região onde se situa Stonehenge), onde a percentagem de incidência dessas figuras chega a 98% dos círculos já encontrados. Os outros 2% foram encontrados na Austrália, Estados Unidos, França e Canadá. Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenômenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer frequentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados, chegam a desenvolver-se muito mais rapidamente (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas. Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar a formação de uma dessas figuras acabam se frustrando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e, em algumas vezes, acabam de se surpreender ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano. Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros, associando-os a sistemas astronômicos, além de compará-los a simbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios... Segundo pesquisadores, esses desenhos, devido a sua complexidade, seriam impossíveis de serem feitos pelas mãos humanas. A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill. Seu aparecimento costuma estar associado à observação de OVNIS nas imediações. Os meses de maior incidência são junho, julho e agosto. Chegou a sair nos noticiários que haviam descoberto os autores dos desenhos, mas isto foi logo desmentido pelos estudiosos do fenômeno. Seria impossível que dois velhinhos fossem os autores de coisa tão espetacular. Fica como um mistério a ser um dia desvendado.

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terça-feira, 1 de junho de 2010

RESSONÂNCIA SCHUMANN


Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela "ressonância Schumann" se procura dar uma explicação. O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós, criando o que se chamou de "cavidade Schumann". Nessa cavidade produz-se uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo(hertz). Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Essa ressonância está ligada ao sol e às condições ecológicas gerais da biosfera e da atividade poluidora humana. Sabe-se que o aumento crescente do uso de celulares favorece a poluição magnética a nivel de todo o sistema-Terra, além de interferir no equilíbrio magnético dos neurônios. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Empiricamente fêz-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural. Antes, ela é extremamente propícia para o estudo e para o equilíbrio emocional humano. Quando nosso sistema biológico funciona nos parâmetros desta frequência, ele está em sintonia com a frequência magnética da Terra. Experimentos que Schumann fez com estudantes, encerrando-os em "bunkers" isolados magneticamente, mostrou que ficavam perturbados. Introduzindo as ondas Schumann, voltavam, pouco tempo depois, ao estado normal. Detectou-se também que toda vez que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um "simulador Schumann" recuperavam o equilíbrio e a saúde. Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, recrudescimento do "el Niño", maior degêlo nas calotas polares, aumento de tensões e conflitos no mundo e de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann. Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham continuamente lá de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que num momento de sua evolução começou a sentir, a pensar, a amar e a venerar, e hoje, a se alarmar. Porque somos isso, possuimos idêntica natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo com menos stress, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa sermos um pouco anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos, gerando desequilíbrio generalizado nas relações humanas. Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela em benefício de mais entendimento entre os seres humanos, de maior cuidado para com a Casa Comum e de uma paz mais duradoura para toda a humanidade. Por Leonardo Boff (Teólogo e escritor)

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